  
  Srie: Arquivo-x.

  Ttulo: The gift II.

  Categoria: Fic de aniversrio, fantasia, shipper, Nc17.

  Resumo: Segunda parte da fic de aniversrio de Scully, dessa vez ela ganha o seu presente dado por Mulder... No melhor estilo, DD... Quem conhece a vida dele, sabe mais ou menos do que eu estou me referindo... Velas, Seda negra... Todo um ritual, de seduo. Espero que vocs gostem e divirtam-se!

  Disclaimer: Todos os direito so reservados ao CC e a Fox. Os outros personagens me pertencem, juntamente com minha idias, eu s quero v-los felizes!

  Feeds para: marushyamulder@yahoo.com.br.


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  ...Apartamento de Mulder, 23 de fevereiro...

 Ele sorriu malicioso.
 "Seu presente ainda no acabou... Venha!" - Ele pegou-a pela mo.
 Scully sentiu faltar uma batida em seu corao, ao ver a maneira como ele arrumou o quarto.
 Velhas estavam acessas, a cama estava coberta com um lenl da mesma cor que a camisola dela, onde algumas ptalas de rosa encontravam-se espalhadas.
 Scully sorriu ao perceber como o quarto havia sido decorado... A noite seria longa, muito longa!
 Um sorriso quase infantil a invadiu, quando ele o pegou pelos ombros e puxou-o para um longe o profundo beijo.
 "Acho que voc no esqueceu nada, no ?" - Ela disse abraando-o com carinho.
 "Para dizer a verdade... s uma coisa..." - Ele se desvencilhou rapidamente de seu abrao, foi para cozinha, voltando em seguida. - "Champagne... O melhor para a melhor..."
 Scully suspirou feliz e ambos entraram no seu ninho de amor.
 A noite realmente prometia. E Scully tocou delicadamente a linda pulseira em seu pulso, e agradeceu mentalmente a velha senhora e sua ajuda.
 "O que  isso?" - Ele perguntou curioso.
 "Um presente... Da velhinha que eu te disse..."
 Um brilho estranho surgiu nos olhos de Mulder. Scully olhou sria para ele.
 "Nem sequer pense nisso, ok? No hoje... Essa noite eu quero que seja s nossa!"
 Mulder abriu um largo sorriso.
 "Acho que sei o que voc quer dizer..." - Scully comeou a caminhar para a cama. - "Ei! No tenha pressa... Venha! Vamos tomar um banho antes..."
 "Mulder, eu..."
 "Shiiii! Voc mesma j disse... A noite  sua e eu quero fazer com que ela renda... E muito..." - Ele disse num sussurro sensual.
 Scully se deixou levar pela mo carinhosa dele.
 Mulder abriu a porta do banheiro e entrou com ela. O banheiro como o quarto, tambm estava repleto de velas, s que apagadas. Mulder soltou-lhe a mo de novo e comeou a acender todas.
 O ambiente tomou um aspecto totalmente sensual e misterioso. Com figuras danando ao redor de Scully. Ela tambm percebeu o gostoso aroma de sndalos que comeou a invadir o local.
 Mulder voltou para o seu lado e puxou para a entrada do box, ele comeou a tirar-lhe as roupas delicadamente, saboreando cada arrepio que provocava em Scully.
 Ela por si, no se mexia, apreciando a forma como Mulder a fazia sentir-se nas nuvens, apenas com um toque... Ela sentiu seu corpo todo se arrepiar de prazer, quando ele se ajoelhou na frente dela e comeou a descre-lhe a cala e depois, quase com reverncia, a calcinha...
 Mulder soltou um suspiro alto, quase como se estivesse embevecido com o que via.
 A atmosfera, sensual e misteriosa das velas, fazendo os dois sentirem um ao outro com mais intensidade.
 Mulder depositou um beijo molhado na pubis de Scully, que se mexeu de encontro a ele de maneira natural, seu corpo ganhando vida nas mos dele.
 Mulder queria prov-la, o cheiro dela j o estava inebriando. Subindo-lhe uma das pernas e colocando-a nos seus ombros para apoi-la, ele voltou a cheir-la e ento sua lngua saiu para traar um caminho quente e sinuoso no corpo da mulher que ele amava.
 No era a primeira vez que ele fazia isso, mas, ele nunca se cansava do gosto penetrante dela. 
 Scully comeou a suspirar e gemer de puro prazer... Os lbios de Mulder sabiam onde procur-la e provoc-la. Ela deu uma olhada para baixo e teve vontade de chorar, ao ver o modo como Mulder desfrutava disso... Olhos fechados, expresso de puro prazer... Ela no ia demorar muito, as sensaes eram demais para ela.
 Mulder sabia como deix-la no ponto certo, mais alguns chupes e ele sentiu-a tremer e se jogar para mais prximo dos lbios dele... Ele bebeu do prazer dela, sentindo-se inebriado.
 Scully tentou respirar mais devagar, depois do orgasmo t-la batido de forma to intensa. Ela alisou a cabea de Mulder e puxou-lhe a cabea, ela precisava dos lbios dele colados nos dela.
 Entendendo o que Scully queria ele levantou-se, no sem antes ajeit-la.
 "Isso foi incrvel!!" - Scully sussurrou antes de tomar posse dos lbios dele.
 O beijo foi quente e cheio de desejo.
 Mulder a segurou firmemente de encontro a ele, tentando diminuir um pouco a dor em seu mebro intumecido.
 Scully sentiu a presso do corpo dele diretamente sobre seu centro. Aquilo a fez prender a respirao e soltar-lhe a boca.
 "Precisamos resolver o seu grande problema, Mulder..."
 "Ainda no... Hoje o dia  s para voc... S voc..." - Ele sussurrou em sua orelha.
 Ele comeou a morder-lhe os ombros, ento ele desceu um pouco mais... um pouco mais, at que ele estava com o rosto entre os seios dela. Ela prendeu o flego ao sentir a respirao acelerada dele em contato com sua pele.
 "Isso  to bom!..." - Ela sussurrou feliz.
 Mulder no respondeu, deslizou a lngua pelos mamilos eretos dela e depois comeou a amamentar-se neles, chupando e mordendo, fazendo o mesmo trabalho em ambos.
 Scully j no conseguia conter seus suspiros, gemidos e gritinhos de puro prazer.
 "Mulder..." - Ela falou segurando-lhe a cabea. - "Voc... est... muito vestido... no acha?" - Ela falou entre beijinhos carinhosos na pinta dele e nos lbios.
 Mulder sorriu com os olhos semi-fechados.
 "Acho que voc tem razo, Scully... Roupas demais para um banho..."
 Scully riu.
 "S um banho? Achei que voc fosse me dar meu presente..." - Ela disse sedutora.
 "Voc  uma menina muito gulosa, Scully... Achei que j tivesse te dado seu presente?"
 "Achou? Mulder, eu espero que voc esteja brincando... Como voc mesmo disse, hoje  meu dia... E eu quero tudo o que voc tiver para me dar..."
 Mulder afastou-se um pouco e comeou um lento e sensual strip-tease.
 Scully no conseguia tirar os olhos dele, saboreando cada curva, cada msculo do corpo perfeito. Ela amava o corpo dele, como amava o modo com um toque ele podia excit-la. Esperava que todos os aniversrios de sua vida fossem como esse, e que Mulder nunca parasse de surpreend-la.
 Ela lambeu os lbios quando ele chegou na boxer, mas ele parecia querer provoc-la, tirando a pea de maneira lenta e quase profana.
 Ela viu o prazer brilhando nos olhos dele, enquanto ela devorav-o com os olhos.
 A tortura tornou-se demais, Scully saiu de seu estado de letargia e segurou firmemente a boxer, descendo-a totalmente.
 "Voc estava demorando demais para abrir o meu 'pacote', se voc no reparou, eu sou impaciente..."
 Mulder ia sorrir, mas o som que saiu foi um bufar de prazer, quando ela pegou o 'pacote' dele e comeou a massage-lo.
 "Scully... e para... voc... eu..." - Ele falou com voz estrangulada.
 Scully sorriu maldosa.
 "Isso  para mim tambm, Mulder..." - Ela falou abaixando-se nele.
 Mulder ia protestar de novo, mas ao sentir seu membro ser envolvido pela boca quente de Scully, ele se parou.
 Ele ouviu o eco de prazer dela, quando ela gemeu sobre seu pnis.
 "To... bom..."
 Mulder tentou focalizar nela, mas seus olhos se fecharam, por causa da quantidade de prazer que ela estava lhe proporcionando.
 Deus! Isso era mais do que a mente dele podia computar. Em questo de minutos ele estava trilhando o caminho que ela havia trilhado mais cedo. seu corpo convulsionou e ele sentiu suas pernas fraquejarem, antes que ele gritasse com fora o nome dela.
 Ele caiu ao lado dela e a abraou com fora.
 "Eu te  amo, Scully... Nunca amei ningum como amo voc..." - Ele disse ao beij-la com suavidade.
 Scully suspirou feliz.
 "Que tal nosso banho agora?" 
 "Acho que voc ter que me dar uns minutinhos... Ainda no consigo sentir firmeza nas minhas pernas..." - Ele falou ainda abraando-a.
 Scully assentiu e ficou quieta, sentindo a respirao dele mas tranquila.
 Uns intantes depois, ele se levantou e levantou-a consigo.
 Os dois entraram no chuveiro e cada um esfregou o outro com carinho. Mulder enxaguou os cabelos dela com um perfumado xampoo, enquanto ela esfregava-lhe o peito amplo.
 O banho acabou quando ambos perceberam que no estavam mais se lavando, mas excitando um ao outro.
 Mulder se secou e depois secou-a com cuidado, demorando-se um pouco mais nos seios dela, depois de tirar a toalha, ele ainda continuou com a massagem, apertando com delicadeza, antes de depositar beijos molhados e sensuais neles.
 Scully suspirou feliz, aconchegando o corpo ao dele.
 Ele levantou-a em seus braos e levou-a para o quarto, depositou-a na cama e sorrindo rastejou para cima dela.
 Scully sorriu ao olhar para baixo e ver como ele estava 'animado'.
 "Parece que o banho te deixou um pouco... como posso dizer... 'animado'...e..."
 Ele fez ela calar a boca, ao enfiar os dedos dentro dela delicadamente e massagear-lhe o clitris.
 "Voc as vezes fala demais, Scully..."
 Ela apenas gemeu agarrando-o pelo traseiro, enquanto ele mexia com a mo.
 "Chega... de brincadeiras, Mulder... Eu quero voc... Agora..." - Ela disse num sussurro sensual.
 Mulder sorriu feliz, no se cansava de v-la assim, abandonada sob ele.
 "Seu desejo  uma ordem!" - Ele falou abrindo-a mais e se posicionando.
 Os dois gemeram, quando ele entrou nela, suave, mas decidido.
 Os corpos ganharam vida prpria e ele comeou a se mover, dando leves estocadas, e sendo recebido por ela, que comeou a mover-se, encontrando-o a cada estocada.
 Os gemidos se intrensificaram ,quando os corpos comearam a mover-se mais rpido e mais descontrolados. Os dois estavam to fundidos um no outro que no sentiam o mundo a sua volta, s existiam os dois no mundo e as sensaes que um provocava no outro.
 Scully comeou um pequeno mantra.
 "Mais, forte... Oh, Mulder mais forte... por favor... por favor..."
 "Oh, sim, Scully... Eu quero que voc venha para mim... Se entregue, se entregue... Venha, SCULLY!" - Mulder estava cada vez mais longe do controle, sentindo um formigamento conhecido na base do pnis.
 Se Scully no gozasse logo, ele acabaria deixando-a chupando dedos, aquilo era demais para ele, ento ele colocou a mo entre eles e comeou a circular o clitris dela com desespero.
 "Venha, Scully... Venha..." - Quando ele combinou os movimentos do quadril com as mos, ele sentiu o corpo dela convulsionar fortemente, no mais poderoso orgasmo que ele j havia visto.
 A sensao foi to intensa que ele se sentiu levado junto com ela.
 E no quarto ecou quase que simultaneamente.
 "MULDER"
 "SCULLY, oh. meu. Deus." - Ele sentiu-se cair sobre ela, corpo sem ossos, sem fora, sem reaes.
 Scully sentiu-o apertando-a, mas, no se importou, isso era bom... Ela sentia-se viva, como nunca havia se sentido antes.
 "Eu amo voc... E nunca vou cansar de dizer isso..."
 Ele erqueu a cabea e focalizou seu olhar nela.
 "Eu tambm te amo... S voc Scully, s voc... para todo o sempre."
 Scully sorriu sentindo-se extasiada, feliz, completa.
 "Obrigada, Mulder! Esse foi o melhor presente que eu j recebi."
 Ele a olhou embevecida. Amor brilhando em seus olhos.
 No havia motivo para mais palavras... Eles se amavam, pura e simplesmente.
 O quarto ficou cheio de sussurros apaixonados, antes que os dois caissem num sono cansado e tranquilizador. Os dois abraados, no estavam nem se importando com o mundo l fora... o mundo deles era naquele lugar... Naquele momento s haviam os dois.



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 Nota da autora: Essa fic  dedicada as minha amigas que so loucas por NC17, Gaby, Thata, Pati e B... essa  para vocs!